quinta-feira, 24 de maio de 2007

JORNAL SUL MINEIRO DE 1940 DEU DESTAQUE A CAMBUQUIRA


CLIQUE NA FOTO PARA LER REPORTAGEM.
Cambuquira, maravilha da natureza, orgulho do Sul de Minas. Esta foi o título de uma reportagem de uma página do Jornal "O Sul Mineiro Ilustrado", onde tecia inúmeros elogios a nossa cidade, chamando-a de "a suissa sulmineira", tratando do inverno na cidade do conforto dos hoteis, etc. etc. Paraíso Sul Mineiro.

sexta-feira, 11 de maio de 2007

12 de maio, aniversário de nossa cidade.

Neste dia 12 de maio, gostaria dar os meus parabéns para Cambuquira. Mas, não consigo descobrir algum motivo para isso. Aliás, isso vem acontecendo há muito tempo. A cidade nos últimos 50 anos, enquanto as demais vizinhas caminham a passos largos rumo ao progresso e ao futuro, ruma para o retrocesso. Os políticos que por lá passaram durante não conseguiram colocar o nosso bonde nos trilhos. Por causa disso, a cidade caiu numa estagnação que parece prendê-la como um visgo que trava as suas pernas. A minha geração que já se aproxima da terceira idade não assistiu outra coisa se não perdas. Hotéis fecharam. Firmas fecharam ou foram embora. Famílias inteiras se mudaram para outros lugares pela inexistência de mínima condição de ficar e por lá criar os seus filhos. Os que optaram ficar amargam ver os seus filhos desiludidos uma juventude perdida cujo sentimento se traduz no atual costume de assentar no chão nas esquinas. Os mais velhos criticam esse comportamento esquecendo-se de que esse gesto é o reflexo do vazio da cidade para as suas vidas.
Não há condições de se planejar um futuro numa cidade que não oferece nada. Não há como estudar, como trabalhar, como sonhar. A única opção é a rodoviária, por onde muitos vão embora, muitas vezes sem rumo a lugares desconhecidos em busca de um futuro incerto, já que lá fora a competição é muito grande. E, sem preparo algum vão entrar numa competição com extrema desigualdade.
Daria os meus parabéns à cidade se ela tivesse um mínimo de condição de oferecer algum futuro para essa nova geração. Daria os meus parabéns para os políticos locais responsável por recolocar a cidade no futuro para que possamos ter orgulho de falar: “nasci em Cambuquira.” Mas, só consigo me lembrar daquela fábula transcrita por mim no blog onde a cidade é comparada à uma vaquinha, “a vaquinha cambuquira”.
Enquanto isso, os administradores usam a mesma tática dos Césares, a de dar circo para acalmar o povo. Gasta-se milhares de reais que farão falta para algum virtual projeto que possa mudar isso tudo. Se pelo menos uma festa trouxesse de volta os turistas que foram os contribuintes mais importantes durante muitos anos nos áureos anos. Mas, não! Isso não vai servir para nada nesse sentido.
Enquanto isso, os políticos numa briga eterna nunca decidem como e com quem vai ficar o tratamento da água das torneiras. Aliás, um lado, o do executivo quer impor a COPASA, empresa estatal que domina a maior parte desse serviço nos municípios mineiros, cujo preço está fora dos padrões de uma cidade que não tem alternativa de renda. Exemplo disso está no que é cobrado na cidade de Varginha existe uma cobrança dupla. Isto é para água e para esgoto.
Outro fato deprimente que afeta as finanças da cidade, e consequentemente outros setores da economia do município é a morosidade da mesma empresa de saneamento para explorar o comércio das águas minerais, que na época da Superáguas respondia pela maior parte da arrecadação de tributos, principalmente o ICMS cujo os 25% são repassados para o município mensalmente, representando a maior fonte de tributos ao lado do FPM (Fundo de Participação dos Municípios do Governo Federal).
Sendo assim, quando tudo isso for sanado, quando voltarmos ao Século XXI ( e não ao século XX como assisti estampado num cartaz num desfile no dia da cidade na década de 90), quando os jovens tiverem outras opções que lhes dêem dignidade, quando o turismo reflorescer, quando a população voltar a ter de novo o sorriso nos lábios, então orgulhosamente eu DOU OS MEUS PARABENS!...

Foto:Waldir Rodrigues/Cambuquira.

FREI GALVÃO TEM LIGAÇÃO GENÉTICA COM FAMILIA CAMBUQUIRENSE.


FREI GALVÃO

A família de Santo Antônio de Sant'Anna Galvão (Frei Galvão) tem duas origens: uma européia, vinda de Portugal com o pai Antônio Galvão de França, e outra ligada aos desbravadores do Estado de São Paulo, os bandeirantes, de quem a mãe Izabel Leite de Barros era descendente, como trineta de Fernão Dias.

Dos Barros descendem diretamente os LIFONSOS, através de ANA LUIZA DE BARROS, que deveria ter algum parentesco com IZABEL LEITE DE BARROS, já que ela também, além de ter o nome Barros, ainda descendia da família LEME, através de FERNÃO DIAS PAES LEME.

Mas, as evidências não ficam só aí já que a família cambuquirense tem ligações diretas com os LEME do Vale do Paraíba, além dos CUNHA GAGO e BICUDO, família de bandeirantes, conforme a família Barros existente no vale com membros encontrados na história regional, inclusive com casamento com a filha de TOME MARTINS DA COSTA, tio de nosso avô remoto TOMÉ MARTINS RIBEIRO (pai de ESCOLÁSTICA JOAQUINA DO MONTE CASINO, esta esposa de VICENTE DA SILVA LEME e mãe de Antônio Joaquim, José Vicente e Tomé da Silva Lemes, entre outros.)
As ligações entre nossa região, principalmente Baependi,Aiuruoca e Campanha eram constante nos séculos XVIII e XVIX, época da vinda dos Lemes e outras famílias com as quais tinham estreita ligação.