quarta-feira, 30 de março de 2016

Por se falar em política...

Boato que corre na cidade é que a turma da Dilma já articula na cidade a migração para outro partido pelo qual irão lançar o seu candidato a prefeito da cidade. É bom que a população fique atenta a isso e saiba separar o "joio do trigo", como dizem as escrituras sagradas.

quarta-feira, 16 de março de 2016

NOTA DE FALECIMENTO.

Faleceu nesta quarta-feira o Sr. Marial Cândido Murta, ex- vereador de Cambuquira por vários mandatos. Casado com Bernadete da Silva Murta, ex-servidora da Caixa Econômica Federal.
Cambuquira perde um dos políticos mais atuantes da cidade, que adotou depois que se casou com uma cambuquirense. 
Apaixonado por esta cidade, Marial sonhava que Cambuquira fosse uma cidade mais próspera e feliz. Infelizmente, não conseguiu. Mas, o sonho dele está dentro de nós.

A política local fica mais pobre, como já aliás ele já fazia falta na Câmara Municipal, onde ele foi combativo e eficiente, o que lhe rendeu severos adversários, mas outros tantos admiradores.

No dia do seu falecimento, ele, durante o dia procedia a limpeza e capina do gramado do Hospital Geral, onde teria sentido dores no peito. Era o início de um enfarto que o fulminou às 22,00 horas do dia 15 de março.

Chegou ir a um médico em Três Corações que depois de tirar um eletro-cardiograma, o tranquilizou. Infelizmente, estava tudo errado.

sábado, 27 de fevereiro de 2016

Cratera se abre e interdita trânsito na MG-167 em Cambuquira, MG

Segundo moradores, buraco começou a se formar em outubro de 2015.
Com as chuvas das últimas semanas, asfalto cedeu e buraco aumentou.

Do G1 Sul de Minas
A chuva das últimas semanas fez com que uma cratera se abrisse na MG-167, no trecho que passa por Cambuquira (MG). Um buraco que já existia no local abriu ainda mais e o asfalto tem cedido com o peso dos veículos. O trecho está interditado, sem previsão de liberação.
Veja a reportagem no site da EPTV (CLIQUE AQUI)

CONFORME PUDE CONFIRMAR NESTE FIM DE SEMANA, O DEPARTAMENTO DE ESTRADAS DE RODAGEM JÁ ESTÁ TOMANDO AS DEVIDAS PROVIDÊNCIAS PARA OS REPAROS NECESSÁRIOS. ENQUANTO ISSO, O TRÂNSITO FOI DESVIADO PARA SUA DO MOINHO, QUE  NÃO TEM CONDIÇÕES DE SER USADA POR CAMINHÕES PESADOS.  MESMO ASSIM, HÁ NOTÍCIAS QUE MUITOS CAMINHONEIROS NÃO TEM RESPEITADO A PROIBIÇÃO E TÊM PASSADO PELO LOCAL,PONDO EM RISCO AS CASAS E VIDAS DAS PESSOAS QUE ALI RESIDEM.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Falecimento: Airton da Oficina.

Neste fim de semana ocorreu o falecimento repentino do mecânico Airton Costa (Airton da Oficina).
Com isso a cidade perde mais um cidadão e fica mais pobre.
Não existe na cidade um carro mais velho que não tenha passado pelas suas mãos. E, sempre estava disposto, tivesse recurso ou não para pagar a sua mão de obra. Era o que lembravam quase todos que foram ao seu velório.
Certa vez, meu velho Passat começou a engasgar e levei a um mecânico que me deu um triste veredicto: "o motor está fundindo".  Sai desolado e desci as ladeiras com o carro morrendo aqui e ali e com a ajuda de amigos que o empurravam para "pegar no tranco" chequei à oficina do Airton. Contei sobre o caso e ele de pronto me disse: "_"Que nada! Esse motor ai não funde assim tão fácil. Vou dar uma olhada. " Tirou algumas peças (carburador, agulhas, cabo) deu uma limpeza geral ali e deu partida e me disse para dar uma volta com ele.
O carro parecia novo e também o meu coração. O Passatão ainda andou por mais uns dois ou três anos quando o repassei para outra pessoa que também ficou com ele por mais um tempão. Não fundiu nada como me dizia outro mecânico que nunca mais procurei. Daí por diante, Airton passou a ser aquele que me socorria com ou sem grana que ele quase nunca queria receber.

Que Deus o tenha e que o recompense.


Veja abaixo uma homenagem feita por Jorge Márcio ao mecânico Airton

UMA OFICINA DES-CONSERTANTE DAS PALAVRAS E DOS NOMES

(para os Airtons e suas mecânicas agora in-finitas e para todos nossos ‘mecânicos’ afetos)

(jorgemárciopereiradeandrade 2016)

Conheci, tive essa honra, lá nas entranhas de Minas,
Um Homem simples, porém, como Nós, cheio de parafusos soltos...
Minas que não é só montanhas, minérios ou Marianas,
São e serão também explosivos ou lugares profundos
Marcantes ou cheios de outras preciosidades..

Era lá, perto das águas minerais, em uma oficina onde podíamos
Misturar os parafusos ou fusos, que não são só os nossos,
Com os ‘ossos’ e engrenagens de muitas outras peças
Muitas sobras mecânicas,
Palavras que só usamos para máquinas,
Para automóveis ou carcaças...

Mas lá o mecânico criava também suas
Galinhas, seus pés de goiaba e seus afetos,
Seus amigos que são a melhor das companhias,
Trocavam não só seus carburadores envelhecidos,
Mas os tornavam os que misturavam outras químicas,
Outros termos e outras significações dos mecanismos...

Mecanismos que só imaginamos nos veículos,
Entretanto também são os que nos movem,
Os velhos pneus imaginários e desgastados que usamos,
Os motores amorosos e maltratados que batem pino,
Os eixos existenciais que quando quebram nos entravam,
Os óleos de encontros que não mais nos lubrificam,
As correias e correntes que não giram, só aprisionam,
Os radiadores furados que deixam rastros de temores vividos,
As marchas e suas caixas que nunca engatam, por tempos duros,
Os faróis ou lanternas antigos que obscureceram outras histórias,
Os freios que precisaríamos perder, mas re-freamos,
As embreagens que nos deixariam sem direção, desgovernados, porém maduros,
Os para-brisas que inventados também ventariam
Ao se abrirem janelas d’outras paragens outras miragens...

Tudo e todas essas parafernálias, misturadas e imbricadas naquela garagem,
Caso por lá estivesse quebrado e sem conserto um velho carro e
Todas as palavras poéticas começadas por Maia, também ilusão,
Ou uma máquina de costurar palavras rotas,
Como MaiaKovski...

As mesmas palavras porcas, parafusos ou ferramentas, mesmo sujas,
Que trocadas ainda em vida, mesmo envelhecidas,
Pudessem não deixar esse mecânico e suas oficinas
Morrerem antes de todas elas, palavras auto-motivas,
Ficarem prontas para a in-finita
Estrada cheia de buracos e sem acostamento:
Aquela que chamamos VIDA.

Px- ou melhor, póseXcrito em homenagem a um amigo (AiRton Costa) das Cambuquiras que pegou a estrada in-finita dos que tem de consertar e concertar com a Dona Morte, por quem já derramei hoje um pouco de lágrimaschuva, que não garantem nossos consolos, mas dizem que lavam o para-brisas sujos de nossos corações enlutados. Imagem – uma foto de Airton próximo ao carro onde meu pai, nos seus 104 anos (2014) recebe um “carinhoso” gole de uma pinga pura e cheia de amizade, de um homem simples e com sua habitual roupa, cheia de graxa, de luta nas mecânicas dos velhos ou novos carros que lhe pediam para ‘conSertar’... ou seria ‘’conCertar’’¿


domingo, 3 de janeiro de 2016

Passagem de ano.

O que comemoram alguns brasileiro, se não há nada para comemorar tanto aqui, como em qualquer lugar deste país?

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

ÔNIBUS PEGA FOGO NA RODOVIÁRIA DE CAMBUQUIRA


ÔNIBUS PEGA FOGO NA RODOVIÁRIA DE CAMBUQUIRA
Você viu na Alterosa:
Um ônibus pegou fogo ao estacionar na rodoviária de Cambuquira. Vários taxistas tentaram apagar o incêndio com extintores. Mas as chamas se espalharam rapidamente. O Corpo de Bombeiros foi acionado. Por sorte, ninguém ficou ferido.

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Cambuquirense em destaque:

Palestra sobre a Plataforma iTec na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia

O Prof. Dr. Hélio Lemes foi convidado, mais uma vez, a participar da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, promovida anualmente pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, com o objetivo de fazer divulgação científica, atraindo jovens para atividades de pesquisa e para a carreira de pesquisadores.

Na edição de 2015, a participação do professor da Unifal-MG se deu em uma palestra realizada no âmbito do I Encontro Sul Mineiro de Tecnologia, Engenharia e Arquitetura, sediado no Centro Universitário do Sul de Minas - Unis-MG.

A palestra introduz um panorama geral da inovação e, a seguir, apresenta a plataforma iTec, que tem objetivo de promover o encontro entre empresas, que publicam ali seus desafios de inovação e os empreendedores, capazes de solucionar os problemas apresentados.

A plataforma foi criada pela ANPEI com o apoio do MCTI e pode ser acessada através do endereço www.plataformaitec.com.br 

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

O cavalo que caiu no poço

Conta-se que um fazendeiro, dono de excelentes cavalos de muita valia, nos trabalhos de sua propriedade rural, recebeu um dia a notícia de que o preferido dele, um alazão forte e muito bonito, havia caído num poço abandonado.
O capataz que lhe trouxe a má notícia estava desolado porque o poço era muito fundo e pouco largo e não havia como tirar o animal de lá, apesar de todos os esforços dos peões da fazenda.
O fazendeiro foi até o local, tomou tento da situação e concordou com seu capataz: não havia mais o que fazer, embora o animal não estivesse machucado!
Não achou que valia a pena resgatá-lo, ia ser demorado e custaria muito dinheiro.
Já que está no buraco - disse ao capataz - você acabe de enterrá-lo, jogando terra em cima dele. Virou as costas, preocupado com seus negócios, e os peões de imediato começaram a cumprir a sua ordem. Cinco homens, sob o comando do capataz, atiravam terra dentro do buraco, em cima do cavalo.
A cada pazada, o alazão se sacudia todo e a terra ia-se depositando no fundo do poço seco. Os homens ficaram admirados com a esperteza do animal: a terra ia enchendo o poço e o cavalo subindo em cima dela!
Não demorou muito e o animal já estava com a cabeça aparecendo na saída do poço; mais algumas pazadas de terra e ele saltou fora, sacudindo-se e relinchando, feliz!

MORAL DA HISTÓRIA

Não aceite a terra que jogam sobre você os que querem enterrá-lo em vida; reaja com confiança, mexa-se, procure o seu espaço, suba sobre essa terra e aproveite para subir cada vez mais, agradecendo os que, pensando feri-lo, estão lhe dando a oportunidade de crescer material e espiritualmente.
Quando pensarem que você "já era", a sua vitória será ainda mais espetacular .
Arrisque! Viver É arriscar. O homem que vai mais longe é o que, em geral, está disposto a fazer e a arriscar.

Autor desconhecido