A COMUNIDADE NÃO PODE SE ACOSTUMAR À DECADÊNCIA E À ESTAGNAÇÃO COMO O PEIXEIRO SE ACOSTUMA AO MAU CHEIRO DA PEIXARIA" UMA NAÇÃO SE TORNA MENOR, QUANDO O SEU POVO PERDE O PODER DA INDIGNAÇÃO! photo:Parque das Águas(by Artur Silva)
sexta-feira, 27 de março de 2015
segunda-feira, 23 de março de 2015
sábado, 21 de março de 2015
sexta-feira, 20 de março de 2015
sexta-feira, 6 de março de 2015
Secretaria de Saúde confirma primeira morte por dengue em Minas em 2015
Frederico Haikal/Arquivo Hoje em Dia

Até o momento, a prevenção é a única forma de evitar o aumento de casos da doença
A Secretaria Estadual de Saúde (SES) confirmou nesta sexta-feira (6) o primeiro óbito em decorrência de dengue em Minas em 2015. A vítima foi um homem de 64 anos, morador de Iguatama, região Centro-Oeste do Estado.
Conforme levantamento divulgado pelo órgão, 2.862 já foram infectadas pela doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti neste ano. Em 2014, foram contabilizados 49 óbitos e 49.360. No ano anterior, quando ouve um surto da doença, foram registrados 368.387 infectados no Estado.
Dicas para evitar a proliferação do mosquito:
- Cuidado especial no armazenamento e destinação do lixo, mantendo-o em recipiente fechado e disponibilizando-o para recolhimento pela Limpeza Urbana na freqüência usual;
- Jamais descarte o lixo ou qualquer outro material que possa acumular água no quintal de casa, no quintal de vizinhos, na rua ou em lotes vagos;
- Mantenha a caixa d’água sempre limpa e totalmente tampada;
- Mantenha as calhas livres de entupimentos para evitar represamento de água;
- Elimine os pratinhos de vasos de plantas; caso não seja possível, mantenha-os limpos e escovados pelo menos três vezes ao dia;
- Mantenha limpos e escovados os bebedouros de animais domésticos; a água deve ser trocada diariamente;
- Mantenha piscinas sempre em uso e devidamente tratadas;
- Atenção especial ao sair de férias para que esses cuidados estejam garantidos na ausência do morador;
- Caso perceba a manifestação de qualquer sintoma de dengue ou febre Chikungunya, procure imediatamente o centro de saúde mais próximo.
Dengue no Brasil.
A dengue é uma moléstia viral de causar calafrios em epidemiologistas: não existe vacina nem terapia específica contra ela; tratam-se apenas seus sintomas, como febre alta e dores no corpo; a prevenção exige que a população colabore de maneira disciplinada no combate ao mosquito transmissor, Aedes aegypti.
As larvas do inseto proliferam em água limpa e parada, como a que se acumula em pneus e vasilhames após a chuva. À primeira vista poderia parecer que, numa estiagem como a atual, a transmissão da doença seria menor. Nada disso.
O país vive novo surto da enfermidade. Até 14 de fevereiro, houve 103.616 casos registrados, acréscimo de 123% sobre o mesmo intervalo de 2014. Mais da metade das ocorrências (62.689) se deu no Sudeste, região castigada pela seca.
No Estado de São Paulo, a progressão foi mais alarmante: eram 5.185 casos nas seis primeiras semanas de 2014, são 51.849 neste ano. Um avanço de 900%.
Com isso, a incidência da doença em território paulista (117,7 casos por 100 mil habitantes) tornou-se a terceira maior do Brasil (atrás de Acre e Goiás). Há casos extremos no Estado, como a pequena Trabiju (1.650 moradores), onde 1 em cada 15 moradores foi contaminado.
O país convive com a dengue há décadas. Sucessivas campanhas decerto já fixaram na população as noções básicas para evitar a proliferação de larvas do Aedes aegypti: manter lixeiras fechadas, não acumular lixo ao relento, encher com areia pratos debaixo de vasos de plantas, limpar calhas e tampar caixas d'água e tonéis.
Com o passar do tempo, contudo, essas providências tendem a ser relaxadas. Aí reside o perigo. De 1990 a 2009, o número anual de casos oscilava ao redor de poucas centenas de milhares (com exceção de 2002 e 2008, quando ultrapassou 600 mil), mas, a partir de 2010, galgou novo patamar, entre 600 mil e 1,5 milhão.
O surto das primeiras semanas de 2015 não se revelou especialmente letal. Ocorreram até meados de fevereiro 28 mortes, contra 56 no mesmo período de 2014, com menos da metade dos casos. Dado o comportamento errático da doença, porém, nada impede que os episódios fatais se multipliquem.
Desde 1990, pelo menos 3.929 pessoas morreram com a dengue no país, 2.139 das quais (54%) de 2010 a 2013. É fundamental intensificar as campanhas de esclarecimento da população e treinar mais equipes para realizar visitas de porta em porta.
Mas as medidas só terão efeito se cada um cuidar do próprio quintal.
Fonte; Folha
As larvas do inseto proliferam em água limpa e parada, como a que se acumula em pneus e vasilhames após a chuva. À primeira vista poderia parecer que, numa estiagem como a atual, a transmissão da doença seria menor. Nada disso.
O país vive novo surto da enfermidade. Até 14 de fevereiro, houve 103.616 casos registrados, acréscimo de 123% sobre o mesmo intervalo de 2014. Mais da metade das ocorrências (62.689) se deu no Sudeste, região castigada pela seca.
No Estado de São Paulo, a progressão foi mais alarmante: eram 5.185 casos nas seis primeiras semanas de 2014, são 51.849 neste ano. Um avanço de 900%.
Com isso, a incidência da doença em território paulista (117,7 casos por 100 mil habitantes) tornou-se a terceira maior do Brasil (atrás de Acre e Goiás). Há casos extremos no Estado, como a pequena Trabiju (1.650 moradores), onde 1 em cada 15 moradores foi contaminado.
O país convive com a dengue há décadas. Sucessivas campanhas decerto já fixaram na população as noções básicas para evitar a proliferação de larvas do Aedes aegypti: manter lixeiras fechadas, não acumular lixo ao relento, encher com areia pratos debaixo de vasos de plantas, limpar calhas e tampar caixas d'água e tonéis.
Com o passar do tempo, contudo, essas providências tendem a ser relaxadas. Aí reside o perigo. De 1990 a 2009, o número anual de casos oscilava ao redor de poucas centenas de milhares (com exceção de 2002 e 2008, quando ultrapassou 600 mil), mas, a partir de 2010, galgou novo patamar, entre 600 mil e 1,5 milhão.
O surto das primeiras semanas de 2015 não se revelou especialmente letal. Ocorreram até meados de fevereiro 28 mortes, contra 56 no mesmo período de 2014, com menos da metade dos casos. Dado o comportamento errático da doença, porém, nada impede que os episódios fatais se multipliquem.
Desde 1990, pelo menos 3.929 pessoas morreram com a dengue no país, 2.139 das quais (54%) de 2010 a 2013. É fundamental intensificar as campanhas de esclarecimento da população e treinar mais equipes para realizar visitas de porta em porta.
Mas as medidas só terão efeito se cada um cuidar do próprio quintal.
Fonte; Folha
sábado, 28 de fevereiro de 2015
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015
Moradores de Cambuquira buscam a beatificação de Irmã Laura.

Irmã Laura Motta passou a vida cuidando de alcoólatras em Cambuquira.
Após um ano de sua morte, graças já começam a ser atribuídas à religiosa.

Veja a reportagem com vídeo no site da EPTV (clique)
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015
terça-feira, 17 de fevereiro de 2015
DENGUE, o fim.
Cidade do interior do Paraná proíbe aglomerações por causa da dengue
Decreto do prefeito de Rio Bom suspendeu bailes de Carnaval, torneio de futebol e até missas. Há focos do mosquito em 5% das casas.
No interior do Paraná, no município de Rio Bom, tudo que envolve aglomeração de pessoas está suspenso. Do carnaval à missa. O decreto é do prefeito por causa da epidemia de dengue.
Por causa da dengue uma missa foi cancelada. Para combater a doença, a prefeitura baixou, entre outra medidas, um decreto e proibiu eventos que tenham aglomeração de pessoas.
"É uma das maneiras de conter a epidemia. Onde existe aglomeração, vai existir a facilidade de transmissão do mosquito", justifica o secretário de Saúde, José Benedito de Andrade.
A medida atinge todas as escolas públicas da cidade. o início do ano letivo para 400 alunos foi adiado. E carnaval aqui nem pensar. Os bailes estão suspensos e até um torneio de futebol foi cancelado.
O torneio de futebol é um evento tradicional na cidade. Reúne 14 equipes, mais de 300 jogadores, que estão impedidos de entrar em campo por causa da dengue.
Para virar o jogo, é preciso acabar com os focos, que em Rio Bom, estão com índice quatro vezes maior do que o aceitável. De cada cem casas, cinco tem focos do mosquito.
No pronto-atendimento do município, o movimento dobrou.
No pronto-atendimento do município, o movimento dobrou.
Os moradores concordam com as medidas: "Enquanto não acabar com o mosquito não vai ter festa, nem jogo de futebol, nem nada, né?", diz o aposentado Expedido de Paula.
A secretaria de Saúde do Paraná não recomenda, mas também não condena este tipo de ação. E lembra: o mais importante é combater os focos do mosquito.
domingo, 15 de fevereiro de 2015
MÚSICA: Passa o repelente, meu amor!
Paródia de uma música do Chacrinha que falava da camisinha.
Repasse para a turma das Arrependidas ou algum bloco. Isso pode ser uma campanha educativa usando o carnaval.
PASSA O REPELENTE! (título)
REFRÃO:
PASSA REPELENTE, PASSA MEU AMOR,
PORQUE AQUELA FEBRE CAUSA MUITA DOR..
PASSA O REPELENTE, PASSA MEU AMOR.
PORQUE AQUELA FEBRE CAUSA MUITA DOR...
A DENGUE ESTÁ NA MATA,
NA PRAÇA E NO QUINTAL
SE VOCÊ SE DESCUIDAR
ELA TE MANDA PRO HOSPITAL........
PASSA O REPELENTE, PASSA MEU AMOR....
PORQUE AQUELA FEBRE CAUSA MUITA DOR... (refrão 2 vezes)
O MOSQUITO BEM É PEQUENO,
MAS MUITO EFICIENTE,
TEM QUE TER MUITO VENENO
E NÃO SÓ O REPELENTE....
PASSA O REPELENTE, PASSA MEU AMOR...
PORQUE AQUELA FEBRE CAUSA MUITA DOR (refrão 2 vezes)
NÃO BRINQUE COM ESSA DOENÇA
QUE TEM HOJE QUATRO TIPOS
SE VOCÊ JÁ TEVE UM
CORRA MUITO DO MOSQUITO....
PASSA O REPELENTE, PASSA MEU AMOR
PORQUE AQUELA FEBRE CAUSA MUITA DOR. (refrão 2 vezes)
NÃO ESPERE A AUTORIDADE,
SEJA UM POUCO MAIS PRUDENTE!
VAMOS SALVAR NOSSA CIDADE
DESSA PRAGA INDECENTE...
PASSA O REPELENTE, PASSA MEU AMOR..... (refrão 2 vezes)
CUIDE BEM DA SUA CASA,
DA RUA E TAMBÉM DO JARDIM
DA TAMPA DE SUA CAIXA D'ÁGUA
SE NÃO PODE SER O FIM...
PASSA O REPELENTE, PASSA MEU AMOR ( refrão 2 vezes)
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015
CARNAVAL EM CAMBUQUIRA
Conforme notícia que me chegou, a maioria dos votantes que compareceram à Câmara Municipal, rejeitou o financiamento público para a realização do carnaval na cidade que passa pelo ataque da dengue em diversos pontos da cidade. Fala-se que mais de 100 mil reais seriam destinados às festividades.
Parabéns ao povo de Cambuquira que mostrou sua sabedoria.
Comentários
Reportagem do dia 10 de fevereiro veiculada pela EPTV mostra que a população não está contente com a decisão do prefeito que alega que não pode usar todo recurso no combate à dengue devido a origem dos recursos (cultura). Enquanto isso, os casos continuam a aparecer, prova que o mosquito continua a atacar.
Mesmo assim, vai ter carnaval e o que resta é torcer para que ninguém traga vírus do que está a circular na cidade já que a dengue se apresenta com 4 tipos diferentes, além da "SHIKUNGUNYA".
Como dizia o sertanejo:
"Quando pensamos que chegamos ao fundo do poço, percebemos que ele fica bem mais embaixo"
De Varginha vem o exemplo que poderia ser seguido pelo município no combate à dengue que não pode parar no feriado de carnaval.
Os setores de zoonoses, combate à dengue e vigilância ambiental da Secretaria de Saúde, contando com a colaboração das Secretarias de Obras através do setor de limpeza urbana, Agricultura e Meio-Ambiente e o PSF – Programa de Saúde da Família, realizarão nesta quarta-feira, 11/02, a partir das 7h30, a segunda etapa do Mutirão da Limpeza no bairro Sion -
Veja mais no link: http://www.blogdomadeira.com.br/2015/02/sion-recebe-segunda-parte-do-mutirao-da-dengue-nessa-quarta/#sthash.RwzuentI.dpuf
Parabéns ao povo de Cambuquira que mostrou sua sabedoria.
Comentários
Reportagem do dia 10 de fevereiro veiculada pela EPTV mostra que a população não está contente com a decisão do prefeito que alega que não pode usar todo recurso no combate à dengue devido a origem dos recursos (cultura). Enquanto isso, os casos continuam a aparecer, prova que o mosquito continua a atacar.
Mesmo assim, vai ter carnaval e o que resta é torcer para que ninguém traga vírus do que está a circular na cidade já que a dengue se apresenta com 4 tipos diferentes, além da "SHIKUNGUNYA".
Como dizia o sertanejo:
"Quando pensamos que chegamos ao fundo do poço, percebemos que ele fica bem mais embaixo"
De Varginha vem o exemplo que poderia ser seguido pelo município no combate à dengue que não pode parar no feriado de carnaval.
Os setores de zoonoses, combate à dengue e vigilância ambiental da Secretaria de Saúde, contando com a colaboração das Secretarias de Obras através do setor de limpeza urbana, Agricultura e Meio-Ambiente e o PSF – Programa de Saúde da Família, realizarão nesta quarta-feira, 11/02, a partir das 7h30, a segunda etapa do Mutirão da Limpeza no bairro Sion -
Veja mais no link: http://www.blogdomadeira.com.br/2015/02/sion-recebe-segunda-parte-do-mutirao-da-dengue-nessa-quarta/#sthash.RwzuentI.dpuf
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