quinta-feira, 4 de março de 2010

Dê sua ajuda ao Abrigo Francisco de Assis (Cambuquira)

O Abrigo Francisco de Assis de Cambuquira, mantido por um grupo de pessoas da cidade, hoje realiza um trabalho de suma importância na assistência social, pouco reconhecido na comunidade. Atualmente, a entidade que cuida de crianças e jovens carentes nela internados, está necessitando ainda mais da sua ajuda para dar continuidade a este serviço pioneiro em nossa cidade. Sem esse socorro imediato e urgente, a entidade que tem lutado para manter as portas abertas, pode ser obrigado a cessar o trabalho e solicitar, nas formas da lei, que o poder público tome as medidas cabíveis de amparo, na maioria das vezes doloroso e nem sempre eficiente.

Esta casa que funciona como uma família e não como um internato, apesar da sua característica e fins sociais,paga além dos custos normais com alimentação e vestimentas, salários dos funcionários, contribuições sociais e outros tributos exigidos por lei.

Para se ter uma ideia da qualidade do trabalho ali realizado,há três anos a casa ganhou o título de melhor Abrigo de Minas Gerais,concurso realizado pela TV Alterosa em conjunto com a UNIFENAS, pelo primeiro lugar obtido, com direito a um troféu pelo destaque.

Sendo assim, este blog em conjunto com a entidade, inicia uma campanha solicitando a ajuda de todos para que esse projeto não morra.

A ajuda pode ser fornecida em doações diversas, mas principalmente em recursos financeiros hoje necessários para manutenção da casa e principalmente para custear o corpo de funcionários que ali trabalha.


As doações em dinheiro poderão ser feitas pela conta:

Abrigo Francisco de Assis
Av. Marechal Floriano Peixoto - 417 - Centro
Cambuquira - MG
Cep - 37420-000

Fone: 3251 1478 ( falar com Marlene)

Banco Postal Bradesco - Cambuquira
Agencia 1487 - 7
Conta- 0670500 - 6

(Mais detalhes serão fornecidos por telefone ou e-mail aos interessados.)

Comentário do blog:

A comunidade precisa entender que investir na área de assistência social é investir em qualidade de vida nas suas cidades. Sem esse serviço de amparo, crianças e jovens desafortunados podem ficar à mercê de pessoas e grupos nada interessados no bem destes. Exemplo disso, é o que acontece nas favelas dos grandes centros, onde as facções criminosas avançam usando o "trabalho" de jovens para efetivar as suas ações no tráfico de drogas. Por outro lado, também assistimos o aumento da prostituição infantil pela simples razão da inexistência de um trabalho que as crianças e os jovens para serem cidadãos úteis e respeitados. Aí vem os aproveitadores, os traficantes, os pedófilos e os cafetões de plantão e tomam conta dessa porção abandonada da sociedade.
Critica-se muito o aumento no consumo de bebidas e drogas no meio dos jovens. Mas, aí está a questão: " a sociedade fecha os olhos e se esconde dentro das quatro-paredes". Não é esse o caminho que devemos tomar.

A ajuda governamental quando chega, e se é que chega, geralmente vem com um objetivo específico de se comprar isso ou aquilo para justificar o gasto na prestação de conta que a lei exige. Os recursos para o dia-a-dia não nem sempre são considerados. Nem sempre se precisa de geladeira, camas, colchões, televisores, panelas, fogões ou utensílios domésticos, os citados "materais permanentes". Os gastos vão muito além e atingem outros segmentos não considerados: funcionários, a farmácia, a energia elétrica, os alimentos, o par de sapatos para este e para aquele interno, o conserto do telhado, a troca de uma caixa d'água e demais gastos normais de uma casa. Quem vive em família entende muito bem essa questão. A casa é uma família de filhos sem lar, sem pais, sem família. Será que isso não toca os corações das pessoas? Que você acha?.

Leia também os comentários feitos pelos internautas, abaixo deste texto.E, transmita também o seu ponto de vista.

2 comentários:

GaivotaX disse...

O que eu acho?
No primeiro de tudo, penso que eu relamente nao deveria dizer nada, pois estou muito longe. Ficaria assim quieta, se estes problemas nao pareciam –me cohnecidos. Talvez não em tal dimensão, mas pelo menos do ponto de análise. Temos uma discussão semelhante na Alemanha e nós enfrentamos o problema agora. Nosso
ponto onde queremos chegar é o mesmo como o seu no Brasil. Criar uma perspectiva para a juventude. Convencê-la que trabalho, obra, se realizar dentro de uma comunidade, que isto tudo dá a possibilidade de uma uma vida real, assim existindo o valor de viver uma vida humana, que isto é o direito de e para cada um. É e torna tudo possível. O sucesso inicial já existe nisto. Se eu lí rescentemente direito, entao o consumo de drogas nas escolas aquí na Alemanha está diminuindo drasticamente. As drogas estão fora - o problema porém não está resolvido ainda. Entretanto, o álcool ainda é o n º 1 das drogas. É mencionado aqui. No entanto, existem muitas ideias e assuntos para enfrentar. Estes assuntos estao em concorrência uns contra os outros, mas cada um tem suas vantagens. É interessante, que uma vez mais estao se afastando do: “Mais dinheiro – menos problemas” para novamente se mover mais à promoção das forças individuais de cada jovem e a promocao larga para todos em geral. Mais educação significa também menos pobreza, e menos pobreza conduz absolutamente à menos stress na juventude. Dinamarca, Suécia, Noruega, mostram isto - com muito sucesso. E não estamos nos movendo agora e copiando os modelos, na medida do possível. Nosso sistema de educacao e formacao está actualmente sendo reconstruído. Ele se baseia em mais poder de realizacao, de trabalho e obra - mas não os deixa sozinhos, quais não são capazes de fornecer este serviço. Eles recebem ajuda como a promocao, será incentivado, como indiquei. O sucesso inicial já vimos. Espero que continue assim. Um olhar rápido para vocês sobre o que é feito noutros países com problemas semelhantes. Importante: Somente olhar para o estado e esperar e chamar por ele, isto é muito pouco. Lá emcima já notei: Tudo em torno tem de funcionar e ser perfeito: - As famílias têm de se apresentar nas suas responsabilidades, as cidades se tornar a ser limpas e bonitas, turistas, quais trazem o dinheiro nas cidades. Mas também possibilitar um olhar para o exterior. Juventude pertencem fora da porta. Ela tem de aprender, nao sómente na escola, pois também ver e ouvir, recolher tudo o que o mundo oferece fora de seu hambiente. Mesmo quando se pensa de viver no país mais bonito do mundo. Nosso mundo se tornou agradávelmente pequeno - em todos os lugares é bonito ☺- e fica cada vez mais pequeno. Na Europa, temos uma economia, um mercado de trabalho e não mais fronteiras “reais” - tudo desafios novos e provocacoes para a juventude. O Brasil é um país grande com potencial imenso de pessoas e de valores infinitos. Desenterram os tesouros. Vocês só conseguem, se podem incentivar motivando sua juventude para o fazer. Sem eles, nada é! E é como um suicídio, se a gente fecha os olhos e diz: Já vai de qualquer maneira. Uma criança que cresce acima dessa forma, irá correr na direção errada - e se sentir em casa aqui. Uma sociedade que abandona suas crianças, morre. É igual, se aí com vocês ou aquí conosco, nós temos de resolver os mesmos problemas – estamos todos sentados no mesmo barco.
renate

silva lemes disse...

A diferença entre os chamado países do primeiro mundo e o Brasil, classificado agora como potência emergente, fica na desigualdade social aqui existente. Esse problema é consequência de política errada de muitos anos,o investimento insuficiente na área de educação e da assistência social. Os imigrantes que por aqui chegaram no começo da colonização, quando podiam, mandavam os seus filhos para Europa onde recebiam os estudos necessários.Aqueles que ficavam, a maioria fica analfabeta pois para cuidar da terra e do gado bastava saber contar.Aliado a isso, a ideia de se fazer fortuna e voltar para pátria-mãe Portugal parece que ficou enraizada até no DNA de certas pessoas. Por causa disso, também não ligavam e não ligam até hoje por "preservação do meio-ambiente", por exemplo. Os descendentes dos escravos libertos em 1888 encheram os morros cariocas e os guetos das cidades, sem condições primárias de vida.
Hoje, para desgraça maior da sociedade, o tráfico de drogas assume o papel invertido do Estado implantando a desordem. Usam as pessoas desafortunadas e seus descendentes que pouco ligam para suas vidas e muito menos ainda para a dos outros. Assim, a violência cresce,o uso da droga, essa "besta do apocalipse mundial" avança. E, os governos fingem que fazem e o povo finge que acredita.
Então,cabe a fração consciente da comunidade fazer alguma coisa e por menor que ela seja, algum importante valor isso terá. Por isso, encampei a ideia dessa campanha. Tocar nesse ponto sensível das pessoas, mostrando-lhes que hoje ninguém está seguro se o mundo lá fora não está. O desamparo de uns será o fracasso de todos nós.