E, a cidade vai continuar com o complexo de inferioridade desde que perdeu a Rádio Cultura, nos anos 50. A comunidade vai continuar a usar o deprimente sistema de "moto-som" para dar os seus avisos que nem a "comunitária" parece ainda não estar em condições de fazê-lo.
Os atuais gestores da administração ainda não descobriram que essa ferramenta lhes seria muito útil e ainda consideraram uma ofensa sugerir que o "poder público seria o único com meios de salvar esse benefício", conforme nos conta a reportagem do Jornal Encontro da última semana.
Aliás, "comprando mais uma...", por que nossa comunitária, da qual o administrador deste blog foi um dos maiores defensores, ainda não está no ar?
Existe uma licença provisória que permite as rádios comunitárias pendentes e ja deferidas, como a nossa, funcionarem até a outorga definitiva, já que estas não saíram devido a algum problema no Congresso Nacional. Essa licença tem como base o próprio compêndio legal que criou esse tipo de veículo de comunicação.
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