quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Muitas promessas para pouca verba nos caixas das prefeituras

Municípios só conseguem pagar pessoal e sustentar serviços básicos.

Se eleger-se prefeito de uma cidade é uma tarefa complicada, cumprir as promessas feitas durante a campanha pode se tornar impossível, de acordo com as realidades financeiras dos municípios. Sem obter grandes receitas, as cidades, principalmente, as menores, vivem reféns do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), que, quase sempre, não é suficiente para arcar com o pagamento da folha de pessoal e dos serviços básicos de uma cidade, como o recolhimento de lixo.

De acordo com o presidente da Associação Mineira de Municípios (AMM), cerca de 70% dos municípios mineiros têm como principal fonte de recurso o FPM - transferência constitucional da União para os municípios -, composto de 22,5% da arrecadação do Imposto de Renda e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). A falta de recursos, entretanto, não impede os candidatos de apresentarem inúmeras propostas que, diante do quadro financeiro, são impossíveis.

Para o presidente da associação, os prefeitos e candidatos devem ter atenção em relação às propostas de campanha. "O candidato tem que ficar muito atento aos compromissos que irá fazer. É muito fácil fazer promessas para atender o que as pessoas querem, mas a capacidade de investir no município com recursos próprios é praticamente zero", disse Ângelo Roncalli.

O presidente da AMM ainda chamou a atenção para a realidade financeira das cidades de Minas. "Infelizmente, muitos municípios estão com dificuldades. O dinheiro dá apenas para pagar as contas e manter a cidade limpa. Não tem mágica", revelou Roncalli.

Paulo Ziulkoski, presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), lembra que cada município tem a sua realidade, mas que a maioria dos candidatos desconhece como administrar um município. "A ampla maioria não conhece a realidade da cidade e formula propostas de maneira muito pessoal. Com isso, eles acabam ganhando as eleições e, depois, não têm como cumprir as promessas", afirmou.
Leia mais (clique)
Fonte: Jornal O Tempo

NOTA:
Um outro fator que a reportagem não cita é a questão dos repasses do ICMS feitos pelo Estado. Nesse setor, o VAF - Valor Adicionado Fiscal é o caminho para se chegar aos índices que cada cidade tem direito. Nesse processo, muita coisa pode ser feita para que o índice melhore e, consequentemente, aumente o valor repassado da cota-parte da arrecadação do citado imposto.
Perguntem aos candidatos, o que significa isso. Será que sabem o que significa?  Não vale consulta o Google.
A preservação do patrimônio histórico, do meio ambiente entre outro fatores desprezados por alguns, pode ajudar no aumento do índice e do repasse do valor repassado do ICMS.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

TRE DIVULGA LOCAIS DE VOTAÇÃO.


Consulta Locais de Votação para as eleições de 2012

ZonaLocal de VotaçãoSeçõesEndereçoBairro
60Escola Estadual Clovis Salgado1, 2, 3, 4, 5, 20, 21, 23, 27Alameda Lameyer 121Centro
60Escola Estadual Dr. Raul Sa6, 7, 8, 9, 10, 11, 19, 26Avenida Presidente Getulio Vargas , 33Centro
60Escola do Congonhal24, 31Povoado do Congonhal - Zona RuralCongonhal Rural
60Escola Estadual Maria Umbelina Gomes Ferreira12, 13, 14, 15, 16, 17, 18, 22, 25Av. Eng. Teixeira Soares , 213Regina Coeli
Consulte outros lugares (clique)
Fonte: TRE/MG

CBF ratifica alteração dos 3 próximos jogos do Cruzeiro como mandante para Varginha


Com perda de mando, time enfrentará Vasco, Internacional e Portuguesa no Melão.

Estádio Melão será palco dos jogos do Cruzeiro contra Vasco, Inter e Lusa, pelo Brasileirão

Impossibilitado de mandar jogos em Belo Horizonte em seus seis próximos compromissos em casa no Campeonato Brasileiro, o Cruzeiro atuará em Varginha nos três primeiros jogos desse período. A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) confirmou, nesta segunda-feira, a mudança de local das partidas contra Vasco, Internacional e Portuguesa para o estádio Melão. Leia a matéria completa (clique)
Fonte: Super Esporte

domingo, 9 de setembro de 2012

STJD nega pedido e Cruzeiro pegará Vasco em Varginha


Cruzeiro terá de começar a cumprir a pena imposta pelo STJD no próximo domingo, quando a equipe terá de enfrentar o Vasco como mandante no Estádio Dilzon Melo, às 16 horas, em Varginha, pela 25.ª rodada da competição nacional.

Eleitor tem de ajudar a fiscalizar políticos, afirma especialista


DE RIBEIRÃO PRETO
Para ser candidato a um cargo eletivo, o aspirante tem de apresentar, obrigatoriamente, no registro de sua candidatura, uma declaração de bens materiais.
O advogado Flávio Britto, especialista em eleições pela Escola Judiciária Eleitoral, do TSE e da UnB (Universidade de Brasília), defende que a declaração seja uma cópia da relação enviada à Receita Federal.
"Não existe outra forma de se comprovar que aqueles dados são verdadeiros se não for assim. Esse é o entendimento atual da Corte", afirmou Britto à Folha.
A legislação eleitoral prevê a exigência, segundo ele. Ao longo dos anos, porém, a Justiça se posicionou favoravelmente a situações diferentes, permitindo, por exemplo, apresentação de uma simples declaração assinada pelo candidato.
Para Britto, no entanto, se o concorrente fizer uma declaração à Justiça Eleitoral diferente da prestada ao Fisco, ele pode ser alvo de processos judiciais por falsidade ideológica.

O especialista diz que o Judiciário só age se provocado e, por isso, apesar de exigir a relação patrimonial, os Tribunais Eleitorais não fazem um pente-fino nos bens declarados.
Por isso, segundo ele, o eleitor deve fiscalizar os candidatos e acionar o Ministério Público Eleitoral se houver dúvidas em relação ao enriquecimento apresentado pelos concorrentes.

Fonte: Folha Online

A responsabilidade do eleitor vai muito além: "deve também fiscalizar a variação patrimonial dos que exercem cargos de confiança." Nas cidades pequena é muito mais fácil. Nelas todos conhecem todos e sabem muito bem o que esses indivíduos tinham e que passaram a ter depois que foram nomeados. Aquele carro novo que foi adquirido está de acordo com os vencimentos recebidos? 


Câmaras: máquinas caras e nebulosas

BRASÍLIA - As câmaras municipais, apesar de próximas fisicamente dos moradores, são o Poder menos transparente, o mais vulnerável à corrupção, o que menos presta contas aos eleitores e um dos mais caros aos cofres públicos. O custo dos legislativos nos 5.565 municípios brasileiros ficou em quase R$ 10 bilhões (R$ 9,5 bilhões) em 2011, considerando apenas as despesas declaradas. 
........................................................................................................................................................
— Os vereadores não cumprem seu papel, não fiscalizam. Quem legisla, de fato, é o Executivo. Os prefeitos compram suas bases por meio da distribuição de cargos — afirma Abramo.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.(clique)

sábado, 8 de setembro de 2012

AS VÍTIMAS DA FALTA D'ÁGUA.

A questão da falta de um sistema de fornecimento de água decente na cidade foi e continua sendo o ponto crucial que acabou com o nosso turismo. Hoje, a cidade nem figura nos mapas turísticos do país, embora seja detentora das melhores águas minerais gasosas do mundo.
Se não fosse a teima de alguns políticos, preocupados mais com os votos do que com o povo, isso já poderia ter sido resolvido, poupando-nos da cidade ser ridicularizada por essa pendenga que não termina.
Os políticos que têm o poder local defendem que isso vai acabar logo. Será? E, os canos podres que furam até quando se fecha um circuito para dar vazão para outro? E, os tanques, aparentemente de latão? Não vão furar com os elementos químicos que se usa no tratamento de água? E, os buracos que o cloro e outros elementos provocarão no sistema antigo e de metal?  Urge-se que se verifique isso, sob pena da população continuar a sofrer agora e depois.
Foto: Nada acontece....????!!!!!

Foto: Sem palavras...
Foto: Não!!! ....de novo!!!!!
 Fonte das charges : Facebook do AtuaCambuquira.
 Antes era um rompimento da adutora e agora? Veja o vídeo de Junho da EPTV (clique)

Brasileiro deixa de protestar contra os corruptos, mas...


Brasileiro deixa de protestar contra os corruptos, mas paga para ver a seleção sofrer no Morumbi.

..............................................................................................................................

Marcadas com antecipação nas redes sociais, manifestações que aconteceram nesta sexta-feira (7) em várias cidades brasileiras reuniram um número pífio de manifestantes, se considerada a extensão da massa de prejudicados pelo maior câncer da política, a corrupção.

Acidente deixa 2 mortos entre Cambuquira e Lambari na BR-267


Dois homens morreram na tarde desta quinta-feira (6) na Rodovia Vital Brasil, na BR-267, no trevo que liga Cambuquira (MG) a Lambari (MG). Segundo informações do Corpo de Bombeiros, o motorista perdeu o controle do veículo, rodou na pista e bateu na lateral de um caminhão.
Segundo os bombeiros, o carro tinha placas de Bom Jardim (RJ). Os corpos ficaram presos nas ferragens.
Fonte: Portal G1

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Rádio: aniversariante de 90 anos


Mesas de som no início da era do rádio eletrônicoMesas de som no início da era do rádio eletrônico









No dia 7 de setembro de 1922, o País celebrava os primeiros cem anos de existência fora das amarras do governo português. A cidade do Rio de Janeiro, então capital federal, comemorava a data com alguns eventos oficiais – entre eles uma exposição que trazia, pela primeira vez ao território nacional, os principais aparelhos e instrumentos da tecnologia da radiodifusão, que já haviam atingido uma escala considerável em território norte-americano. 
Para demonstrar o funcionamento do principal “invento” da época, uma transmissão experimental foi realizada, tendo como palco o tradicional Teatro Municipal. Dali o público ouviu a voz do então presidente, Epitácio Pessoa, declamando as vantagens daquela nova tecnologia, seguida dos arranjos da ópera O Guarani, obra do compositor Carlos Gomes. Esses foram os sons da primeira transmissão radiofônica oficial da História do Brasil.
Se fosse possível transportar essa cena para a atualidade, 90 anos depois, as paredes do Municipal cairiam, deixando a transmissão sem barreiras geográficas. As prováveis caixas retransmissoras do som dariam lugar aos fones de ouvido de celulares ou iPods. E ninguém seria obrigado a ouvir o discurso do presidente ou ópera. As opções de emissoras, sites, canais e arquivos musicais são tantas que, talvez, sejam necessários outros 90 anos para que alguém consiga consumir tudo o que a indústria radiofônica oferece. 


Fonte: Meio e Mensagem (06/09/2012) - Via EPTV

ENQUANTO ISSO NOSSA CIDADE CONTINUA MUDA E AGORA COM AS TORNEIRAS SECAS. TUDO POR CULPA DE QUEM?