quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

2014, o ano quando a cidade vai ter que escolher se continua ou não como Estância Hidromineral ou se torna numa cidade comum, aliás mais comuns do que as nossas vizinhas que até pouco tempo nem tinham nada para oferecer.

O tema acima foi postado com a intenção de provocar na população um debate sério sobre os rumos que estão dando a nossa cidade. Precisamos, pelo nós que nos julgamos "cidadãos conscientes", combater a omissão generalizada de grande parte de nosso povo para com o destino do local onde vivem.

A questão da água já ultrapassou os limites da tolerabilidade. E, como já comentei neste blog, " água, a causa do nascimento e morte de uma cidade" deve ser a profecia que ninguém quer que aconteça, mas que se não for tratada com seriedade...

Você que tem facebook, Instagram ou outra página da rede social que ponha esse tema em discussão no lugar de trocar figurinhas como comumente se faz. Precisamos levar o debate a todas as camadas da população, sob pena de assistirmos proteções e mais protelações sem resoluções dos nossos problemas mais graves, entre eles o mais perigoso: a questão da água.

Lei de Murphy:
Se alguma coisa pode dar errado, dará. E mais, dará errado da pior maneira, no pior momento e de modo que cause o maior dano possível.

O cidadão cambuquirense tem mudar sua postura com relação aos fatos que tratam dos destinos da sua cidade.

Editorial do Jornal Encontro.

Circula na Internet um movimento contra o “falar
mal de Cambuquira”, o que acredito não acontece
realmente.
Acontece, sim, uma “confusão natural” e uma
“resposta” igualmente “previsível” por parte de quem
assim entende as críticas e as justas reclamações à prestação
de serviços da Prefeitura. E o próprio prefeito
assim se confunde e responde a críticas, como ocorreu
recentemente ao comparar a Prefeitura à “massa de
bolo”, que “quanto mais apanha, mais cresce”.
Tudo é uma questão de “ótica”, de “ponto de vista”,
o que, como já ensinava Einstein, relativiza os fatos. E
se isso ocorre com a Física, o que dizer com a política?
Kaka, quando era apenas um cidadão como nós,
pensava, via e agia como um de nós. Agora “defende a
prefeitura”, “se chateia” com as críticas que, consequentemente,
relativiza, diminui. E o pior é que, agindo assim,
“contamina” quem trabalha com ele ou, no mínimo,
deixa de “combater” tal reação equivocada.
Deveriam sim, o prefeito e seus assessores, deixar
de “dodói”, deixar de se sentir “agredido” quando não
o são de fato. Deveriam, sim, prestar atenção às “dicas”
de seus mais severos críticos da Internet ou das ruas, e
combater, sim, os motivos que as originam.
Cultivar a “empatia” também é uma boa prática
para os dirigentes e administradores. Por isso, prefeito
e assessores, deveriam tentar sentir o que sente uma
mãe sem água para fazer a comida de seus filhos, para
lavar as panelas ou as roupas da escola e do trabalho;
sentir o que sente um cambuquirense que mora fora, e
orgulhosamente vem mostrar sua cidade querida a um
amigo, e que a encontra suja e sem água.
Bem, o Kaka promete o início da distribuição da
água captada no “Ribeirão São Bento”, tratada, para
toda a população, em fevereiro próximo; ruas mais
limpas com a contratação de uma empresa para esse
serviço... Muito bom! Entretanto é preciso que, líder
que é, ajude também a mudar essa politicazinha que
ainda teimamos em praticar e que sempre vê o “cidadão”
como “oposição”, a reclamação justa como crítica.

Sylvio Britto (Jornal Encontro)

Comentários:

Aproveito o gancho do editorial para emitir a opinião de muitos cambuquirenses, que não acreditam mais nas promessas de resolução rápida do abastecimento de água na cidade.Por outro lado, acho que a população deve se mobilizar para que não só isso aconteça como também para preservar a capitação antiga da Serra das Águas, para que aproveite aquela água, aliás mais pura e com menos agrotóxicos e esgotos de fazendas, para servir também a cidade com um novo sistema de tratamento especial para elas. Se nos calarmos, essa rede e essas águas serão perdidas e a cidade pode necessitar dela se quiser progredir no futuro.

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Hóspedes do Trilogia fazem limpeza de Praça Pública em Cambuquira.

Foto de autoria de Doriane

Hóspedes do GHT- Grande Hotel Trilogia têm um feriado prolongado diferente em Cambuquira e no lugar de passear, descansar resolveram fazer limpeza geral do Jardim Municipal  no dia 26 de dezembro.
O administrador deste blog agradece o empenho desse pessoal tão dedicado e espera que essa ação provoque na administração local reação semelhante com o resto da zona urbana.

Enquanto isso, a Prefeitura despeja na calada da noite "mata-matos", herbicidas que são comprovadamente nocivos à saúde humana, quando inalados, além de contaminar o meio ambiente.

Por outro lado, os sacos de lixo colhidos pelos benfeitores do Trilogia, ainda na segunda-feira estavam amontoados num canto do jardim., sem que alguém da cidade tomasse alguma medida.

Comentário retirado do Facebook
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[Cambuquira] Vamos brincar de pensar? Sei que muitos não fazem isto, mas por favor, leve este post como uma brincadeirinha. Estão preparados? Então vamos lá!
Imagine que você tem uma casa grande, e você precisa sair para trabalhar. Então você compra vassouras, rodos, materiais de limpeza e etc.. Contrata funcionários.
Qual é a sua intenção de fazer isto? Deixar a casa limpa ou suja? Respondeu a primeira pergunta?
Agora imagine que esses seus funcionários que tem todos os equipamentos e que, recebem muito bem para fazer seu serviço deixa de fazer o serviço que foi imposto, que é limpar. O que você faria?
E pior, o que você faria se você encontrasse suas visitas limpando a sua casa?
Bom, é isso que aconteceu em Cambuquira, turistas estão limpando nossa casa, e nós pagamos muito bem para deixar a casa limpa. Você como cidadão despediria estes funcionários ou renovariam o contrato deles por mais quatro anos? Pense... é só uma brincadeirinha!

Lembre-se: Toda brincadeira tem um fundo de verdade, e esta tem um fundão! Rs
Foto de Doriane

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Água que bebes


A água, no conjunto dos seus valores, é uma  panacéia sobremodo divina, que corresponde a todos os nossos anseios de equilíbrio orgânico e psíquico, por existir em muitas dimensões. Seu poder de cura ainda é um segredo, cujas portas ainda não obtivemos permissão para abrir, por nos faltar o amor necessário para tal empreendimento.

O corpo humano, em toda a sua estrutura, salienta-se com duas partes de água e uma de elementos diversos, que nasceram dentro do seio fecundo e promissor. Desprezar a água é querer separar-se da vida.

Quando beberes a água, não te esqueças da parcela divina que vibra dentro dela em expressão de luz. Ela guarda no seu aconchego a força que restaura e harmoniza todo o mundo celular. Desatar a energia em todos os campos do metabolismo e desobstrui inumeráveis caminhos no mundo da carne para o desafogo orgânico dos restos imprestáveis para a forma física, porém aproveitáveis pela natureza em outros empreendimentos de valores indescritíveis.

Os rios que riscam toda a Terra, em todas as direções, têm a sagrada missão de saciar a sede e a grande tarefa de higienização das criaturas. E não é somente limpar, a sua finalidade. O seu engenhoso trabalho está na doação de um tipo de magnetismo altamente compensador, que recebe onde nasce, de mãos angélicas incansáveis no serviço de caridade na irradiação do amor.

Infelizmente, as águas mais pobres são as que se repartem nas grandes metrópoles, onde as mãos dos homens acrescentam elementos incompatíveis com a harmonia do complexo humano e que desajustam igualmente alguns corpos no mundo das antiformas.

Quando a ciência passar a estudar essas reações, procurar-se-ão outros meios de defesa para esse líquido sagrado que ajuda a sustentar a existência humana. É necessário que todos compreendam que as águas precisam do beijo fortificante da atmosfera pura e, nesta simbiose, as duas se valorizam.

Alguém já disse acertadamente que devemos mastigar o líquido. Faça isso e verás o quanto o teu corpo te agradecerá. Um dos grandes remédios ao alcance das tuas mãos é a água que bebes. Ao tomá-la, bebe os goles sem pressa, deixando que as glândulas da boca selecionem os elementos e os canalizem para os lugares indispensáveis à paz do corpo. Mentaliza esse trabalho de seleção e sentirás o corpo sendo beneficiado pela ação renovadora da água que bebes.

Desprezar a água é querer separar-se da vida.

Miramez - Saúde
Por João Nunes Maia


Espirito Miramez

Do Livro: Saúde


Psicografia de João Nunes Maia

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

SUSPENSO O AUMENTO DO IPTU DE SÃO PAULO - por que não em Cambuca? E, por aqui o aumento foi bem maior que lá.


Justiça suspende lei que previa aumento do IPTU em São Paulo

Ouvir o texto
Atualizado às 17h13.
A Justiça de São Paulo suspendeu nesta quarta-feira a lei municipal que trata da base de cálculo para aumento do IPTUna capital paulista. A decisão liminar (decisão provisória) atende uma ação proposta pela Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) e pelo PSDB.


Fonte: Folha

"A disciplinadora por excelência é a justiça, distribuída com mão firme para a repressão do abuso e a manutenção do direito." Ruy Barbosa 

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Ação questiona nepotismo em prefeitura de Monsenhor Paulo

Uma ação do Ministério Público Estadual (MPE) questiona a contratação de parentes em órgãos públicos do município de Monsenhor Paulo, no Sul de Minas. Segundo informações da Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público de Varginha, o atual prefeito da cidade, Marco Antônio Muniz de Oliveira (PT) contratou sua esposa Rosângela Marceli Ribeiro Muniz para a presidência do Centro Integrado de Apoio à Criança Paulense. Além disso, a promotoria apurou ainda que Juarez Luciano, irmão do vereador Renato Luciano (PT), e Eveline Silveira, filha da vereadora Heloísa Silveira (PP), também foram contratados para cargos com alta remuneração na mesma entidade, que funciona como uma creche no município. Ainda conforme a ação, apesar de ser privado e sem fins lucrativos, o Centro é mantido com recursos públicos e executa serviços indispensáveis e essenciais Em função disso, a promotora de Justiça Eliane Maria de Oliveira Claro ingressou com uma ação pedindo que a Justiça obrigue o município a regularizar a situação e que o município seja impedido de realizar ou renovar convênios para repasses de recursos caso o Centro de Apoio à Criança pratique atos de nepotismo ou favoreça indevidamente parentes de ocupantes de cargos públicos, conforme prevê a Súmula 13 do Supremo Tribunal Federal (STF). Além da ação para coibir ilegalidades em Monsenhor Paulo, a representante do MPE firmou Termos de Ajustamento de Conduta (TACs) com outras entidades da região que são mantidas com recursos públicos. O objetivo é coibir o favorecimento indevido de pessoas físicas ou jurídicas contratadas para prestar serviços que serão remunerados com recursos públicos.
 Fonte: Jornal Hoje em Dia

domingo, 24 de novembro de 2013

Assista uma ficção sobre as herdeiras de Cambuquira que passadas para trás perderam a fazenda da família e se tornaram domésticas e terminaram em Paris.

Essa é uma obra de ficção e não representa a história real das representantes da Família Silva Lemes.
Para assistir diretamente no Youtube com tela cheia clique aqui
 Aqui no mundo real elas deixaram parte da herança para alguns escravos que depois de indenizados foram assentados no lugar chamado de Garganta no Marimbeiro/Miranda onde até hoje vivem os seus descendentes.
Comentários sobre o filme:
O Brasil pelos olhos de "Amélia", de Ana Carolina

Como ela mesma faz questão de afirmar, não há nada que agrade mais a Ana Carolina do que rir e fazer rir. A entrevista com a diretora deAmélia vira uma comédia de erros quando Ana conta a história doseqüestro do roteiro do filme. Apesar disso, ela se desculpa: "Hoje estou meio chocha." Ana Carolina é uma pessoa maravilhosa. Inteligente, bonita. Não é mais a jovem ousada que arrombou as portas do cinema brasileiro com seu documentário sobre Getúlio Vargas (Trabalhadores do Brasil) e depois exorcizou seus fantasmas de sexo e poder na trilogia formada por Marde RosasDas Tripas Coração eSonho de Valsa. Mas engana-se quem pensa que uma Ana Carolina mais madura tenha deixado de ser provocativa e até malcomportada. A prova é Amélia.

Pode-se fazer uma leitura psicanalítica da obra de Ana Carolina. Isso vale principalmente para Trabalhadores do Brasil e para os filmes da trilogia. Ela observa que Amélia talvez seja o menos psicanalítico de seus filmes, embora a divisão cultural (Brasil e Europa) do filme atual revele algo que se passa na cabeça da autora. Como tal, comporta uma leitura psicanalítica, também. Ana assume que deve muito à psicanálise. Os anos de análise fizeram dela uma pessoa melhor, "menos infeliz". Como - Ana Carolina considera-se uma pessoa infeliz? "Não, mas se eu não tivesse feito análise com certeza ia ficar escavando na minha vida até conseguir ser infeliz." Com a trilogia, ela afirma ter encerrado uma fase. Está agora liberada para contar histórias. É o que quer fazer. Amélia é o primeiro filme do resto da vida da diretora.

Freud, para ela, começou com o documentário sobre Getúlio. Ela cantarola baixinho a letra que criou (e Macalé musicou) para aquele filme - "Todo povo brasileiro chorou/Morreu o presidente/Morreu suicidado..." Discutindo a figura paternal de Getúlio, Ana fez de Trabalhadores do Brasil o seu filme sobre a morte do pai. E, como ela diz, se o pai está morto, "então está tudo liberado". É o sentido da trilogia. Paulistana radicada no Rio, Ana não fechou o apartamento em São Paulo, ao qual volta, periodicamente. Por meio da trilogia, quis colocar na tela a alma feminina. Sexo, dor, gritos e delírios, Ana Carolina liberou geral.

» Assista ao trailer do filme
» Veja galeria de fotos da pré-estréia em SP
» Confira entrevistas em vídeo com a diretora Ana Carolina e a atriz Bety Goffman 


Os três filmes traçam um painel de buscas e angústias, expressam as memórias da moça malcomportada que ela foi (e ainda é). Se alguém alguma vez tentou impor limites à irreverência da diretora, com certeza deu-se mal. Ela reage a qualquer imposição de censura ou poder. "Basta me dizerem não pode para eu tentar mostrar que sim", diz. A trilogia liberou-a, mas é falso dizer que os três filmes marcam um processo evolutivo, rumo aoamadurecimento artístico e pessoal. Isso está lá, claro, mas Ana nunca se preocupou em racionalizar emoções. Mas ela sabe que se projeta nesses três filmes. Em Mar de Rosas, ela diz que fica em casa, em Das Tripas Coração, que vai à escola, e sobre Sonho de Valsa diz que virou gente. E quanto a Amélia? "Olho o Brasil", resume.

Um olhar que consumiu 14 anos da vida da diretora - 14! No início, era um filme sobre três matutas do interior de Minas, no começo do século. Ana escrevia o roteiro, mas não sentia o estalo. Não conseguia ver o filme tomando forma. Procurou pensar no que estava acontecendo no Brasil, na época. Descobriu as referências sobre a passagem da célebre Sara Bernhardt pelo País. Começou a superpor as duas coisas. Foi assim que surgiu a história de "Amélia", a aia brasileira da grande Sarah, irmã das matutas mineiras. Foi assim que o filme evoluiu no rumo de uma análise de choques naturais.

Mas Ana descarta que tudo isso tenha vindo dentro de um processo racional. Mais uma vez é preciso invocar a psicanálise. Ela nunca pensou no filme em relação com "Macunaíma", seja o livro de Mário de Andrade ou o filme de Joaquim Pedro de Andrade embora reconheça que as matutas, irrompendo nos bastidores do teatro, sejam "fúrias macunaímicas". Também diz que nunca pensou em Como Era Gostoso o Meu Francês, de Nelson Pereira dos Santos, mas considera engenhosíssima a leitura de "Amélia" como a antropofagia às avessas daquele clássico. Enquanto no filme de Nelson, os índios comem o Brasil para assimiliar sua força (depois de assimilarem suas técnicas de combate), em Amélia é a forasteira, a francesa, que devora as brasileiras e as incorpora ao seu coro - no desfecho memorável do filme.

Liberada, Ana Carolina pretende substituir a analisanda meio furiosa pela contadora de histórias. Quer fazer um documentário sobre Gregório de Matos, porque admira o poeta, mas sabe que talvez esteja comprando uma briga. "Vou fazer um filme de 40 minutos para exibir não sei onde", diz. "Vou gastar, sei lá, R$ 100 mil para fazer um filme que depois as redes de TV vão querer comprar por R$ 3 mil." Outro projeto é um filme sobre homens. Depois de psicanalisar-se (e psicanalisar as mulheres), Ana quer voltar-se para o universo masculino. Só espera que não sejam necessários outros dez anos para concretizar esse novo e, vindo dela, atraente projeto. O mais surpreendente é a revelação que faz - a primeira montagem de Amélia tinha mais de três horas. Ana mostrou o filme nos EUA a alguns gringos que atuam na indústria cinematográfica. Eles acharam muita coisa redundante. Ana começou a cortar. Desconstruiu o filme na montagem, enxugou-o completamente. Deu certo. Ficou muito bom.
(Luiz Carlos Merten/Agência Estado)

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Fonte: http://www.terra.com.br/cinema/comedia/amelia.htm

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Água: causa do nascimento e morte de uma cidade.

Essa não é a minha cidade, pelo menos a que conheci enquanto nela vivi.
Cadê a alegria contagiante estampada na cara de todos e o jeito meio carioca de ser dos nossos?
Cadê o sentimento de esperança que todos tinham de cada vez o lugar poderia se tornar ainda melhor do era para justificar as alcunhas de "cidade morena", "Shangri-lá", de "paraíso da mantiqueira" e sei lá mais quantos adjetivos?

Cadê a água límpida da serra que fazia inveja? Desmataram a Reserva Santa Clara e ninguém faz nada.
Aliás, falam os políticos "SAAE", expressão que cada vez mais nos enoja antes mesmo de se efetivar.
Uma cópia de e-mail enviada para vários e para mim também mostra que se perdeu a paciência.

 Pelo menos, alguém tomou coragem e quem sabe isso não seja um bom sinal para que se mude o "status quo"deprimente dessa questão da água das torneiras.

Numa sociedade onde poucos têm coragem, se um levanta a voz, já há esperança.
Precisamos nos unir para mudar isso. Chega!...

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Minasul divulga resultado do XXI Concurso Qualidade de Café

11 de novembro de 2013 · Café ·

minasul concurso qualidade 2013Os campeões da 21ª Edição do Concurso Qualidade Minasul de Café são os produtores José Antônio Pinto Filho, de Cambuquira/MG na categoria café natural, e o produtor Claudio Esteves Gutierrez da Fazenda Tahiti, município de Capelinha/MG na categoria café cereja descascado. A final do evento foi realizada no último dia 7, quando foram apresentados os 5 primeiros colocados nas duas categorias.  saiba mais.
fonte: Blog do Madeira

Mas produtores estão em pé de guerra contra o governo.
Veja a reportagem no link abaixo:
http://tv.estadao.com.br/videos,CAFEICULTORES-EM-PE-DE-GUERRA-COM-GOVERNO,217385,0,0.htm

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Cambuquirense toma posse na ASBL - Academia Sul-Brasileira de Letras.

Dia 23 de outubro de 203,Dr. Jose Alberto Barbosa, cambuquirense e promotor aposentado por Santa Catarina, tomou posse com membro da Academia Sul Brasileira de Letras que abrange os Estados de Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, onde é co-fundador com sede na cidade gaúcha de Pelotas.
Promotor aposentado, advogado militante e escritor passou a se dedicar à várias atividade culturais. Ele é autor de várias obras literárias e está atualmente envolvido na pesquisa e edição de livro dedicado a história de nossa cidade.
A cidade se orgulha muito de ser representada por este filho ilustre que faz sucesso lá fora e não se esquece de sua terra natal.

Veja o histórico do Dr. José Alberto Barbosa (clique)

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

A historia de Mohamed Ali ou simplesmente "Mamede", o fotógrafo.

A história retrata hoje no blog dos 100 anos fala de um sírio que por questão de saúde acabou escolhendo nossa cidade para viver o resto de sua vida, depois de ficar órfão na sua terra natal e ter sido conduzido ao Brasil onde já residiam alguns conterrâneos seus.
Mamede, um sírio que adotou Cambuquira como sua terra.


Mohamed Ali, ou Mamede como ficou conhecido, veio para nossa cidade por volta dos fins dos anos 40, a conselho de um médico, depois de tentar outros tratamentos na cidade do Rio de Janeiro. Casado com D. Júlia Gomes Ali, ele, provavelmente nunca tinha ouvido falar de Cambuquira e de suas águas. Mas aqui, além de ter sucesso no tratamento, se apaixonou pela Estância e pelo seu povo, vindo a adotá-la como se fosse a sua terra natal.