segunda-feira, 16 de maio de 2011

Por que a reforma gramatical, então?


O escritor e professor universitário Deonísio da Silva, um craque da literatura brasileira que sabe tudo de língua portuguesa, precisou de 45 palavras para liquidar a questão. Leiam a mensagem enviada ao colunista:

Perguntinha básica para o MEC, mais uma vez centro de polêmica que revela o rebaixamento de seus quadros. Se os alunos podem continuar a falar e a escrever “os livro”, “nós vai” etc, o que é que eles e os professores estão fazendo na escola?

É isso.

Fonte: Blog Augusto Nunes (Veja Online)

MEC lava as mãos no caso dos livros com erros.

O Ministério da Educação informou que não se envolverá na polêmica sobre o livro com erros gramaticais distribuído pelo Programa Nacional do Livro Didático , do próprio MEC, a 485 mil estudantes jovens e adultos. O livro "Por uma vida melhor", da professora Heloísa Ramos, defende uma suposta supremacia da linguagem oral sobre a linguagem escrita, admitindo a troca dos conceitos "certo e errado" por "adequado ou inadequado". A partir daí, frases com erros de português como "nós pega o peixe" poderiam ser consideradas corretas em certos contextos.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com
A história recente esclarece os fatos (clique) Blog Augusto Nunes.

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