Com pouco mais de sete meses de governo, gestores municipais confessam que estão frustrados no cargo: sem dinheiro, endividados e pressionados pela população e pelos órgãos de controle.
A decisão do prefeito de uma cidade paulista de renunciar ao cargo por considerar o salário baixo e, mais recentemente, a possibilidade anunciada pelo prefeito de Teófilo Otoni, Getúlio Neiva (PMDB), de trocar o mandato por uma vaga na Assembleia Legislativa não são situações isoladas. Embora não cheguem ao extremo da renúncia, muitos prefeitos de cidades mineiras já admitem a frustração nos primeiros seis meses de mandato. Reclamam da falta de dinheiro para executar projetos e atender os anseios da população, das dívidas herdadas de gestões anteriores, da difícil convivência com a câmara municipal, da pressão popular e dos órgãos de controle, como o Ministério Público e o Tribunal de Contas. Para muitos, especialmente os que encaram o primeiro mandato, os sonhos de campanha já se convertem em pesadelo.
A decisão do prefeito de uma cidade paulista de renunciar ao cargo por considerar o salário baixo e, mais recentemente, a possibilidade anunciada pelo prefeito de Teófilo Otoni, Getúlio Neiva (PMDB), de trocar o mandato por uma vaga na Assembleia Legislativa não são situações isoladas. Embora não cheguem ao extremo da renúncia, muitos prefeitos de cidades mineiras já admitem a frustração nos primeiros seis meses de mandato. Reclamam da falta de dinheiro para executar projetos e atender os anseios da população, das dívidas herdadas de gestões anteriores, da difícil convivência com a câmara municipal, da pressão popular e dos órgãos de controle, como o Ministério Público e o Tribunal de Contas. Para muitos, especialmente os que encaram o primeiro mandato, os sonhos de campanha já se convertem em pesadelo.
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Fonte: Jornal Estado de Minas.




