Cambuquira vai passar o dia do seu aniversário com mais um vazio. Faleceu, nesta terça-feira, Cícero Acayaba, poeta, escritor e vai compor o grupo de outros poetas da terra ou que na cidade residiram como Argemiro Correia, Martha Antiério, Mário Azevedo, Thomé Brandão, Manoel Brandão, José Vieira Brandão.........................................................................................................................................................................
Veja abaixo a nota postada no Blog do Madeira (Varginha-mg)
Morre "O eterno poeta"
Morreu, nesta terça-feira 21 de abril, Cícero Acayaba, um dos mais importantes escritores brasileiros. Nascido em Cambuquira, Cidadão Varginhense Honorário, Presidente de Honra Vitalício da Academia Varginhense de Letras, Artes e Ciências. Nosso Poeta Maior, nacionalmente conhecido desde os tempos de novelista da Rádio Nacional, considerado como melhor sonetista do Brasil por vários críticos literários. “O eterno poeta”, como gostava de ser chamado, escreveu 130 radionovelas e 34 livros, sendo que 14 foram publicados. Durante vários anos, publicou seus textos no Jornal Sul de Minas. Uma de suas maiores obras é o “Diário Lírico”, de poesias. Escreveu livros de ficção, poesias, memórias e prosa. Além de escritor, foi radialista, novelista e advogado. Formou-se no Rio de Janeiro. Cícero trabalhou na Rádio Nacional do Rio de Janeiro por mais de vinte anos, durante os anos de ouro do rádio. Escreveu inúmeros livros. Entre eles sua biografia, “Meu pé Direito”.
Cícero Acayaba era filho do farmacêutico Benevenuto Braz Vieira, natural de Cambuquira, um dos primeiros vereadores da vizinha cidade. Se estabeleceu em Varginha na rua Presidente Antonio Carlos, 346 onde foi dono da Farmácia Braz (hoje Farmacia Emílio) ao lado da prefeitura. Benevenuto teve três filhos: Maria do Rosário Acayaba Vieira (Mariazinha), Fabiano e Cícero, nascido em 09/02/1925 em Cambuquira, mudou-se para Varginha em 1936.
Fonte: Blog do Madeira
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