Pesquisa da FGV revela que no Brasil o aumento da renda não se reflete na queda do catolicismo, como ocorre historicamente em outros países.
Foi o próprio Cristo quem avisou: é mais fácil um camelo passar no buraco de uma agulha que um rico entrar no reino dos céus. Mas as relações entre economia e religião no Brasil indicam que a velha culpa católica, que inibiria os fiéis de São Pedro a deitar e rolar nas bonanças do capital, não faz tanto sentido por estas bandas. Estados mais católicos crescem mais, enquanto aumenta a participação de evangélicos nas classes AB e C. É o que mostra estudo da Fundação Getulio Vargas que traçou mapa das religiões no país e cruzou os dados com informações de renda e produto interno bruto das capitais, estados e regiões metropolitanas. Na comparação entre 2003 e 2009, Minas é a cara desse cenário: o catolicismo aqui perdeu menos espaço que nos estados vizinhos, mas a renda teve o maior crescimento do Sudeste (43,2%, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios do IBGE).
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Fonte: Jornal Estado de Minas.
A COMUNIDADE NÃO PODE SE ACOSTUMAR À DECADÊNCIA E À ESTAGNAÇÃO COMO O PEIXEIRO SE ACOSTUMA AO MAU CHEIRO DA PEIXARIA" UMA NAÇÃO SE TORNA MENOR, QUANDO O SEU POVO PERDE O PODER DA INDIGNAÇÃO! photo:Parque das Águas(by Artur Silva)
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