A vila onde quase todos mentiam, mas nem todos, graças a Deus!...
Adeptos da doutrina do alemão Paul Joseph Goebbels alguns líderes e aldeões dessa imaginária vila humana tinham como lema "mentir, mentir e mentir descaradamente" ao ponto de provocar a indignação dos cidadãos de bens que resolveram "colocar a boca no trombone" e desmascarar todas as mentiras que eles produziram. Com essa medida, aquela pequena vila pode se transformar numa grande e próspera cidade de onde foram banidos todos os mentirosos de plantão que no lugar de trabalhar semeavam a discórdia, perseguições e outros atos danosos na sua comunidade.
A ideia, como na doutrina do ministro nazista, era transformar o que falavam e o que "aparentemente faziam" em pseudo-verdades para enganar o povo. Mas, como diz o ditado "mentira tem pernas curtas"...
Clique no destaque e conheça a história do líder deles e o fim que levou.
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A história acima não simplesmente o resultado de uma ficção. É uma espécie de protesto perante o que vem acontecendo em nosso país. E, o fenômeno de se usar a mentira no lugar da verdade parece mesmo ter virado uma doutrina político-partidária.
Esperamos que os cidadãos de bem acordem do marasmo. Se não for pela palavra que às vezes é contestada com veemência, indelicadezas e mais mentiras, que seja pelo voto e pela ação junto aos adormecidos e desatentos . Pois, como já dizia Martin Luther King “O que mais preocupa não é o grito dos violentos, nem dos corruptos, nem dos desonestos, nem dos sem ética. O que mais preocupa é o silêncio dos bons”
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A história acima não simplesmente o resultado de uma ficção. É uma espécie de protesto perante o que vem acontecendo em nosso país. E, o fenômeno de se usar a mentira no lugar da verdade parece mesmo ter virado uma doutrina político-partidária.
Esperamos que os cidadãos de bem acordem do marasmo. Se não for pela palavra que às vezes é contestada com veemência, indelicadezas e mais mentiras, que seja pelo voto e pela ação junto aos adormecidos e desatentos . Pois, como já dizia Martin Luther King “O que mais preocupa não é o grito dos violentos, nem dos corruptos, nem dos desonestos, nem dos sem ética. O que mais preocupa é o silêncio dos bons”
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