
5 espigas de milho maduras
1 cebola picada
1 colher (sopa) de manteiga ou banha
2 dentes de alho amassados
1 colher (sopa) de azeite
1 maço de cambuquira (descarte ramos mais duros e fibrosos)
Sal e pimenta-do-reino a gosto
Com uma faca bem afiada corte os grãos de milho. Bata no liquidificador em duas porções, com água fria que cubra os grãos. Coe numa peneira, apertando bem. Descarte o bagaço e reserve o caldo.
Numa panela grande, refogue a cebola na manteiga, só para murchar. Junte de uma só vez o caldo de milho e mexa sem parar, devagar, até engrossar (o próprio amido do milho é suficiente para isso – por isso não funciona se usar o milho em conserva, cujo amido já foi gelatinizado - neste caso teria que adicionar maisena e o sabor é bem diferente). Abaixe o fogo e deixe cozinhar por cerca de 10 minutos.
À parte, doure o alho no azeite. Junte a cambuquira picada e refogue rapidamente, só até murchar. Tempere com sal e pimenta-do-reino e junte ao creme de milho. Se a sopa estiver muito grossa, junte aos poucos água quente até conseguir a consistência de mingau ou a do seu gosto. Experimente e corrija o sal, se necessário. Polvilhe pimenta-do-reino e sirva.
Rende: 4 porções
Observações
Deixe para ir adicionando mais água quente quando o creme já estiver bem grosso. Muita água logo de início pode fazer a sopa talhar. Muito germe também – por isso, não corte os grãos muito rentes ao sabugo.
Esta sopa fica boa também com abobrinha-menina bem nova, picada em cubinhos. Faça do mesmo jeito – refogue a abobrinha e junte ao creme.
Outra opção: junte o creme de milho a um refogado de cebolinhas verdes ou nirá. Com espinafre ou alho-poró também fica uma delícia. E se quiser incrementar o sabor, use caldo de galinha em vez de água. Particularmente prefiro com água. O milho sozinho já é um ótimo tempero.
Fonte: Blog Come-se
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