segunda-feira, 27 de junho de 2011

Shows sem licitação estão na mira do Ministério Público

Brecha na lei permite contratação de artistas, sem licitação pública e com indício de superfaturamento, até para evento particular

Com a proibição dos showmícios pela Justiça, um grupo de empresários de artistas encontrou uma brecha de ouro na lei de licitações, de 1992, para continuar faturando altos cachês em contratos direcionados com prefeituras e governos. Por meio de uma triangulação no envio de dinheiro para firmas privadas, constituídas por empresários que alegam deter o direito exclusivo da apresentação de cantores famosos, verbas públicas que poderiam ser investidas em áreas essenciais estão sendo destinadas a contratos com indícios de superfaturamento para a realização de shows em praças, estádios de futebol, festas de rodeio, quermesses e micaretas. E para piorar: em alguns casos são cobrados ingressos de até R$ 500, o que transforma a situação num velho clássico de desvio de verba pública para custear festa particular. Na última semana, o Hoje em Dia analisou 52 convênios divulgados em diários oficiais e descobriu que o lucrativo esquema movimentou R$ 9,5 milhões em dois anos. LEIA MAIS SOBRE ESSE IMPORTANTE ALERTA (Clique)


COMENTÁRIOS:


Cabe aos cidadãos de bem desse país, não só prestar atenção nessas irregularidades mas também protestar sobre esses atos de abuso e denunciar às autoridades competentes, no caso ao Ministério Público". Pois enquanto eles fazem suas festinhas com objetivos eleitorais, gastam a verba que poderia ser aplicada no conserto de muita coisa nos seus municípios. 

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