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O usuário típico de crack é pobre, tem baixa escolaridade e possui entre 20 e 40 anos de idade. Ele gasta todo o dinheiro que tem para consumir a droga, não tem acesso a tratamento e não costuma abandonar o vício por problemas de saúde. Sabe-se ainda que a droga não se concentra apenas nas grandes metrópoles – ela está se espalhando por áreas em que não aparecia antes, como cidades do interior do Nordeste. É o que mostram os dados preliminares de três pesquisas diferentes em fase de conclusão, apresentados durante o Congresso de Psiquiatria, no Rio de Janeiro.
Fonte: Revista Veja.
Comentários:
O crack, essa praga maldita, já entrou invadiu até os sertões até então um lugar distante e mais seguro do que as regiões metropolitanas. A droga barata e avassaladora já está nos canaviais, nos cafezais e pode comprometer até a produção agrícola brevemente.Enquanto isso, algumas das autoridades constituídas fingem que não sabem que não veem. E, ainda, logo que começa o ano eleitoral iniciam os seus discursos, as visitas aos postos de saúde como se realmente tivesse a preocupação com a saúde dos seus eleitores e escondem a real intenção, o voto daqueles sofredores que aguardam um atendimento nem sempre decente.
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