“Olga se enamorou de Cambuquira, quando a viu pela primeira vez”. E esse namoro, com sabor de juventude, perdura na pureza dos encantamentos. Um querer que medra na alegria das chegadas, um afeto que cresce na tristeza das partidas. E que subsiste das coisas simples e belas da cidade que ama. “Perpetuando, com a sensibilidade de artista, na colorida força de suas tintas e no vigor dos traços a singela beleza de um jardim a que chamam Cambuquira, Olga resgata sua dívida com a cidade que a recebeu de braços aberto”. Texto de Suely L.F. de Vilhena
A COMUNIDADE NÃO PODE SE ACOSTUMAR À DECADÊNCIA E À ESTAGNAÇÃO COMO O PEIXEIRO SE ACOSTUMA AO MAU CHEIRO DA PEIXARIA" UMA NAÇÃO SE TORNA MENOR, QUANDO O SEU POVO PERDE O PODER DA INDIGNAÇÃO! photo:Parque das Águas(by Artur Silva)
segunda-feira, 18 de dezembro de 2006
CAMBUQUIRA AOS OLHOS DE OLGA
“Olga se enamorou de Cambuquira, quando a viu pela primeira vez”. E esse namoro, com sabor de juventude, perdura na pureza dos encantamentos. Um querer que medra na alegria das chegadas, um afeto que cresce na tristeza das partidas. E que subsiste das coisas simples e belas da cidade que ama. “Perpetuando, com a sensibilidade de artista, na colorida força de suas tintas e no vigor dos traços a singela beleza de um jardim a que chamam Cambuquira, Olga resgata sua dívida com a cidade que a recebeu de braços aberto”. Texto de Suely L.F. de Vilhena
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